O ano de 1983, foi um período muito doloroso para minha família, pois minha avó, a senhora Judite Lourenço, se encontrava muito enferma, enfermidade esta que se agravou no início de 84. Já percebendo o que estava por vir, internada no Hospital Samur, ela chamou cada um de seus netos para dar uma palavra. Quando chegou a minha vez, entrei no leito onde ela se encontrava e ali, depois de alguns minutos de conversa ela, muito emocionada, olhou-me nos olhos e disse que Deus tinha um plano e um chamado para a minha vida. Naquele momento eu não tinha consciência do significado daquelas palavras. O tempo passou… No dia 23 de agosto de 1984, minha avó faleceu. Minha avó Judite era muito querida, eu a tinha como minha segunda mãe. Com a sua perda eu passei a refletir muito sobre a vida e a morte. Depois de muito sofrimento e reflexão, a tristeza, o abatimento e o desespero passaram a tomar conta do meu coração e no dia 24 de agosto de 1984, um domingo às 13:00 horas na Praça Hercílio Lima, em frente ao Hospital São Vicente, eu passei a questionar a Deus sobre a sua existência. Não conseguia entender como um Deus tão grande e bom poderia ter levado uma pessoa tão maravilhosa como ela. Ali mesmo, de baixo de um sol escaldante, fiz uma oração sincera, como um desabafo: “Deus, se o senhor existe, mostra-me o teu caminho!” – falei. Logo após esta oração, quando abri os olhos, havia em minha frente uma moça com um folheto na mão. Com um leve sorriso ela disse que ali estava uma mensagem de Deus pra mim. Quando eu abri o folheto estava escrito: “não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar e, quando eu for e vos preparara lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também. E vós sabeis o caminho para onde eu vou. Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos pra onde vais, como saber o caminho? Respondeu-lhe Jesus: eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai se não por mim.”(Jo14:1-6)
Pude sentir claramente Deus falando comigo. Ali ele estava me provando que realmente responde nossas orações. A partir daquele momento, depois que Deus me mostrou que o caminho é Jesus, eu o aceitei. Há 21 anos que o sirvo, sou pastor da Igreja Batista Nova Sião em Vitória da Conquista – Bahia, casado com Nadeje Lourenço e temos dois filhos, Ana Carolina Lourenço e Israel Silveira Lourenço. Minha vida foi totalmente mudada. Você que está lendo este testemunho, e talvez esteja questionando sobre a vida ou a morte por ter perdido alguém querido, nunca se esqueça: o mesmo Deus que me levou ao seu filho Jesus, também pode te conduzir ao caminho. Você pode agora mesmo fazer esta oração:
Senhor Jesus, eu te aceito como meu único e suficiente salvador, pois está escrito: se eu confessar com a boca e crer com o coração, serei salvo, por isso eu confesso e creio, em teu nome Jesus. Amém!!! Sou grato por tudo que o Senhor Jesus fez por mim, pois por Ele e para Ele e por meio dEle são todas as coisas.

Deus abençoe vocês.